Maratona Caixa da Cidade do Rio de Janeiro
http://www.maratonadorio.com.br
Geral: 66ª Corrida 2008: 12ª
Corrida
Data: 29/06/2008 – 08h02min
(domingo)
Local: largada
no Recreio dos Bandeirantes, chegada no Aterro do Flamengo – Rio de Janeiro/RJ
Distância: 42,195 km
(1ª) ![]()
Tempo: 4:50:48 (líquido) e 4:51:43
(bruto)
Velocidade Média:
(-30,43%)
Pontos
(Tabela Húngara):
84
Velocidade do vento:
pô, sei lá, Leo!!!
Temperatura: dia claro, entre 22ºC e 26ºC ![]()
Valor da Inscrição: R$ 64,80
(R$ 60 + taxa de serviços Ativo.com)
Número de peito: 892
Tênis: Mizuno
Wave ProRunner 10 branco (7)
Colocações:
Geral: 1463º (de 1838) 79,60%
Masculino: 1304º (de 1618) 80,59%
Categoria 35-39 anos: 227º (de 270) 84,07%
Resultado na Web:
http://www.maratonadorio.com.br/maratona_geral_masculino.htm
Medalha: ![]()

Camiseta: regata, poliamida ![]()

Foto:

Vídeo:
Relato:
Vamos
começar com uma coisa importantíssima. O
Ministério da Saúde adverte: maratona não é aventura!!! Por mais que eu
tenha brincado com os amigos, unicamente com o intuito de descontrair, nos
agradecimentos às mensagens de apoio que recebi antes da prova, dizendo frases “bonitinhas”
como tô indo escalar o meu Everest, é
indispensável frisar que correr uma maratona é algo que demanda uma preparação,
física e psicológica, muito bem-feita e razoavelmente demorada. Esta preparação
pode ser feita de várias formas, seguindo um treinamento individual e
personalizado feito por um profissional de educação física (o que seria o
ideal) ou, na pior das hipóteses e como eu fiz, uma seguindo uma planilha de
treinos publicada em uma revista especializada em corrida (a minha foi da
Contra Relógio).
Portanto, se essa minha história (longa pra caramba, desculpe
!) te inspirar, e tomara mesmo que inspire, a também correr uma maratona, vai
fundo! Mas, por favor, se prepare pra isso, não vá “de oreia”, achando que consegue sem treinar e blá-blá-blá. Pode até conseguir, vai que você é geneticamente
privilegiado e nasceu para isso... Mas os riscos são grandes e pessoas
inteligentes os levam em consideração.
Cumprida
essa “obrigação”, vamos aos fatos: quando decidi, no ano passado, iniciar a
minha preparação para a primeira maratona, a ideia era ir para Porto Alegre.
Todos dizem que é a melhor escolha para os principiantes, por reunir as
melhores condições (percurso plano, temperatura baixa, largada mais cedo, às 7).
O tombo que levei brincando com a sobrinhada
nas minhas microférias na Bahia mudou tudo. Depois de 45 dias parado e de outros tentando
recuperar o tempo e o condicionamento físico perdidos, me inspirei na decisão que o meu amigo
Leo Hacidume tomou e decidi: ia tentar também correr a Maratona do Rio. Não seria uma missão
fácil, mas eu resolvi me propor um desafio: se no dia 13 de março, praticamente um mês depois
de voltar a correr depois da contusão, eu conseguisse fazer um “longão” de
Não
dá pra dizer que uma planilha de treinos vá transformar lesma em cheetah, mas ao mesmo tempo que voltei a
ganhar resistência para encarar distâncias mais longas, um “efeito colateral”
inesperado dos treinos de tiro, ritmo e fartleks previstos e realizados foi
um ganho também na velocidade. No decorrer destas semanas, continuei
participando de provas curtas e fiz alguns resultados surpreendentes para mim,
como o meu recorde nos
Só
que no começo de junho aconteceu algo que quebrou essa maré favorável. Tive uma
virose, primeiro parecida com gripe, depois com problemas intestinais. Fiquei
uma semana totalmente parado, não conseguia me alimentar direito e perdi quatro quilos
(de gordura ou massa muscular?). Quando voltei aos treinos, não conseguia nem
trotar
Faltando
apenas três semanas para o “dia D”, um enorme ponto de interrogação tinha então
aparecido em cima da minha cabeça. Tive que apelar: fiz, já em plena fase de
polimento (as últimas semanas da planilha, dedicadas ao descanso e à manutenção
do condicionamento, apenas com treinos curtos e leves), um “longuinho” de
A
semana demorou como nenhuma outra a passar, mas, como todas, acabou passando. E
teve tons de drama. O Dudu teve laringite e até quinta, eu não sabia se teria
ou não a companhia da mãe dele na viagem. Sem a Janete, eu até correria, mas
não teria a menor graça (além de ficar difícil à beça, até porque eu mesmo só
corro, o resto todo é ela quem faz). Chegou sexta e fomos encontrar o pessoal
da EC Tavares na estação Vergueiro do metrô. De brincadeira, eu chamei alguns
amigos paulistanos para passarem lá e baterem um papo, se estivessem de
bobeira. E não é que o Guilherme veio mesmo??? (obrigado, cara, te devo mais essa
!). A partida atrasou um pouco e o Hideaki deu o maior susto na gente chegando
aos
Encontramos
ele, o Ortega e o Nivaldo (dois que também tinham vindo com o pessoal da excursão). Andamos pelo Aterro, tiramos
umas fotos. A cada poste, um cartaz da maratona. Brinquei com o pessoal que
estava montando o posto de hidratação. Deram risada quando eu pedi amanhã geladinha, hein! Fomos
para o Botafogo Praia Shopping almoçar. A lasanha do Tiramisu foi um espetáculo,
mas o que aconteceu na praça de alimentação foi ainda mais. Começou a
barulheira, eu só vi o pessoal da Vivenda do Camarão saindo voado de dentro do
restaurante. Vazamento de gás, pelo jeito. Eu, que sempre prefiro ser um covarde vivo, e que mais, tinha uma
maratona pra correr no dia seguinte, me mandei dali e fui me esconder na
“sacada” atrás do vidro. Alarme falso, felizmente, mas a chance de dar cocô ali era grande, viu? O
shopping é “vertical”, tem oito pisos. Até a gente conseguir sair dali, World
Trade Center era pouco... Dali fomos andar no bondinho do Pão de Açúcar, um belo
passeio. Mas o tempo passou tão rápido que, quando vimos, já estava quase na
hora de ir encontrar o pessoal para o grande programa do dia, o encontro de
corredores-blogueiros. Fizemos então só metade, até o morro da Urca. Ficou a
segunda parte, a subida até o Pão de Açúcar propriamente dito, para uma outra
oportunidade. Mas já valeu, que visual é aquele? Ô, cidade bonita, essa...
O
encontro histórico no Sindicato do Chopp (sem o próprio) no Leme só não foi ainda mais histórico porque,
infelizmente, alguns não puderam estar presentes. Srs.
Wladimir e
Ricardo Hoffmann, eu aceito os argumentos, mas na próxima vou trazer os dois puxando pelo colarinho, ok? Mas a
recepção que eu e a Janete tivemos desses amigos recentes, mas que parece que já
conheço da vida toda foi qualquer coisa de espetacular. Obrigado, Leo e Cleidi,
obrigado Jorge Maratonista, obrigado
Paulo Massa. Legal demais também conhecer
pessoalmente a Cilene do blog Pulso e o marido dela, Marcos; o Gian e o pessoal da
equipe ACORUJA. Ganhei presentes (DVD do filme “A Longa Corrida” do Jorge e a
camiseta que o Paulo mandou fazer para a galera), me diverti, comi pizza, bati
um papo descontraído e agradabilíssimo, enfim, passei um final de tarde
sensacional, entre amigos que fico feliz pra caramba que a corrida tenha me
trazido.
Voltamos
depois para o hotel e tive que correr atrás do meu kit, que o pessoal da
Tavares tinha ido retirar (gostei da regata laranja). O Hideaki me chamou para
ir jantar. Se eu soubesse que ele estava indo pro rodízio de pizzas, massas e
crepes do Graça da Vila, acho que emprestava o estômago de alguém e ia também.
Dez horas da noite fui me deitar e, na última vez em que olhei no rádio
relógio, ele marcava uma e meia da madruga.
Quando ligaram da recepção, mais que em qualquer outro momento da corrida,
pensei na clássica frase “o que eu estou fazendo aqui???”. Menos de três horas
de sono somando as duas noites. Andando que nem um zumbi mesmo depois do banho
e do jato de água gelada na cara. Como é que um cara desses podia querer correr
Desci,
tomei o café mais frugal que um glutão poderia tomar (a mousse de chocolate é que não caiu muito bem!) e pouco depois das
5:30 pegamos o ônibus em direção à largada. A “viagem” até o Recreio era longa,
mas passou voando com o papo que fui batendo com o Hideaki. Estar ao lado de
alguém que já ia para a quinta maratona (terceira do ano, agora ele é nível
bronze no Marathon Maniacs!) e tentar absorver um pouquinho que fosse dessa
experiência era questão de bom senso de minha parte. O motorista podia ser
gente boa, mas como o danado se perdia fácil lá no Rio! Ainda bem que pelo
menos não foi parar em nenhuma comunidade
... Chegamos, entrei na fila do banheiro, que a essa altura já estava ainda
mais químico. Encontrei o Jorge, desejei boa sorte na meta de sub-3 horas dele.
Procurei o Leo, o Ivo Cantor e a Angela, mas não vi nenhum deles. Fui aquecer
(10 minutos, já despertou legal o corpo) e alongar. Aos poucos, fui esquecendo
do cansaço e entrando no clima. A instantes da largada, já alinhado e tendo ao
lado mais de mil corredores, agradeci pela oportunidade de estar lá, relembrei
o caminho longo e difícil que tinha me levado até ali. E “fotografei
mentalmente” a cena, que vai ficar registrada na minha memória por toda a
vida, por mais corridas que eu venha a fazer daqui pra frente.
Com
um atrasinho de dois minutos, demos o primeiro dos milhares de passos que
começam qualquer estrada, seja qual for o tamanho dela. Essa seria longa. E
começaria com uma sensação deliciosa de estar com o corpo em movimento. Cansaço
já não existia mais, era como se eu tivesse dormido bem a semana toda e
estivesse correndo a
Depois
do retorno, vinha a parte (psicologicamente) mais difícil da corrida: um retão
de
Outro
detalhe planejado com antecedência era a minha estratégia de hidratação e uso
de gel de carboidrato durante a prova. Sabendo de antemão o número de postos e
a localização deles no percurso, além de procurar me informar com outras
pessoas com (muitas) maratonas no currículo, resolvi levar no bolso seis
sachês. Ficou pesado pra caramba!!! Como eram doze postos de água, seria um
não e outro sim. O primeiro em que fui abrir um gel foi o do km 8. Nos treinos
eu tinha experimentado pela primeira vez o Power Gel, já que quase sempre uso a
marca Exceed (revezando de vez em quando com o Carb Up). Estranhei o sabor
(baunilha) e a consistência, meio aguada. O de chocolate que eu tinha usado em
um longão anterior, era pastoso e com um gostinho
Nestlé. Como ganhei nos postos do percurso uns sachês de Exceed,
patrocinador da prova, optei pelo tradicional.
A
Janete tinha me dado uma outra sugestão antes da prova: dividir o percurso em
partes e dedicar cada um deles a alguém. Foi isso que fiz. Os dez primeiros kms,
concluídos em 57:52 (um pouquinho abaixo da meta até), foram para o Dudu, meu
filho. Do 10 ao
Quando
as placas passaram a ter dois dígitos, o calor começou a apertar um pouco (não
seria o vilão esperado, mas obrigou a dosar o ritmo) e me fez mudar de estratégia.
Esqueci um pouco da “colinha” e nem esquentei quando vi o primeiro pace acima de 6 min/km. Eu sabia, na
verdade, o quanto o sub-4 na estreia era utópico. Continuei correndo com prazer
mesmo na dificuldade, que começava a mostrar que estava ali e não me largaria
mais. Os dois copinhos do primeiro e segundo postos de água já viraram três: um
pro “banho”, um pra beber e outro pra levar e abrir na placa do km seguinte. Mesmo seguindo ainda o script, começou a acontecer algo que
também seria uma constante nessa história toda: o morre-ressucita-morre de novo. Uma hora eu achava que estava morto na prova, com um pace alto em um km. E logo no seguinte
me recuperava, mesmo aparentemente sem forçar. Seria normal em uma altimetria
variada, mas no plano??? Passei na “São Silvestre” com marca pouco acima da
própria, 1h28min alto. A praia da Barra já não era tão deserta e tinha alguns gatos pingados incentivando os
corredores (eu sou fã de carteirinha do povo carioca, mas não posso deixar de
dizer que eles meio que ignoraram solenemente
a sua própria maratona, principalmente na parte mais “badalada” do percurso).
O
ritmo estabilizou mais alto, quilômetros terminados com 6 viraram coisa normal.
Tudo bem, isso levaria a um resultado pior, mas ainda normal. As ultrapassagens
recebidas desmotivavam um pouco, mas também na
boa, seria mesmo impossível evitá-las. A marca da meia maratona chegou com
2h06min, tempo já meio alto, mas mesmo assim abaixo de duas provas de
Tô
mais que careca de saber que não se deve parar totalmente em corrida nenhuma,
de qualquer distância. Mas eu senti uma necessidade extrema, e não era
fisiológica, quase no final da subida. Meus pés começaram a “queimar”, uma ardência
insuportavelmente incômoda. Encostei na mureta logo depois do posto de água,
tirei tênis e meias e derramei um copinho nos pés. Aaaaaaaaaaaahhhhhhhh, que
delícia!!!! Só que, no que fui me levantar e voltar a correr,
aaaaaaaaaaaahhhhhhhh, que dor!!!! Deu cãibra na coxa e na panturrilha, travou
tudo simplesmente. Mal conseguia me mover e ainda me passa um enteado de quenga dizendo que era
psicológico. Psicológico o c...! Não sei quanto tempo fiquei por ali, mas
quando cheguei andando (andando nada, me arrastando) à placa do km 29, o ritmo
tinha sido simplesmente de 10:14 neste quilômetro. Foi devastador, não esse
tempo, mas a sensação de quase invalidez, de ver toda uma preparação ir pras cucuias por causa de uma “bobagem”
dessas. Tá bom, eu sei, é coisa que acontece e a que todo mundo está sujeito.
Talvez eu devesse ter pesquisado mais sobre a tal da cápsula de sal pra repor o
sódio durante a corrida. Contava com os postos de Gatorade (e tomei uma garrafa
antes da prova também), mas no primeiro foi uma bagunça só, estavam esperando
os corredores passarem pra só aí abrirem as torneirinhas. Obrigaram todo mundo
a parar e eu ainda saí só com um fundinho de copo. Daí pra frente, já que eu
estava indo rumo a Botafogo, ninguém
calou o meu chororô.
O
quilômetro seguinte, em descida, foi um alento. Um corredor ali foi muito gente fina e, notando
o meu perrengue, até me deu o copo d'água dele. Parecia que ia passar, mas voltou a
puxar a perna eu tive muito medo de travar de novo. Diminuí, passei na placa dos
Em
Copacabana, atitudes opostas chamaram a atenção. Ao mesmo tempo que a imensa
maioria parecia achar os corredores transparentes, no máximo obstáculos entre
eles e a praia, teve gente também capaz de atitudes nobres. A moça que encheu
um isopor de gelo e distribuiu com muito boa vontade a quem passava, por
exemplo. Cara, como foi útil! Usei de sabonete na testa (saiu até fumaça) e me
refresquei do jeito que deu com as pedrinhas que levei na mão. Um lampejo de
bom humor, no meio a todo esse suplício, foi quando uma senhora me perguntou
por que eu estava andando. Respondi, sorrindo, que se fosse pra eu contar, a
gente ia ter que conversar por muito tempo, que era uma loooooooooonga história. Tudo demorava, mas acabava passando. Até
os
No
km 42, do nada me aparece o Wlad. Um dia sou eu que ajudo, outro dia sou eu que
posso estar desesperado por ajuda. Essa é a vida do corredor. Ainda bem...
Esse meu novo, mas grande amigo praticamente me carregou nos últimos
Passamos
quase uma hora tentando voltar para o hotel. Primeiro que, depois que esfriou,
as dores musculares aumentaram em progressão geométrica e impediam ritmos acima
dos 25 min/km (hehehe!). Segundo porque cada hora aparecia um amigo corredor
pra cumprimentar. E corredor não pergunta se tá tudo bem, pergunta como foi. Aí a gente tem que contar... E
ouvir também! É um grande barato. Valeu a pena “perder tempo” por ali, abraçar
os amigos e fazer planos para as próximas provas, que certamente hão de vir.
Foi aquela correria só, voltar pro hotel, almoçar (Catete Grill de novo, pelo
menos essa boa pedida do ano passado deu pra repetir) e arrumar as coisas.
Viagem de volta tranquila, bem mais que a de ida. Só aí, quando nem precisava
mais, fui dar uma cochilada na janela, como nos bons e velhos tempos... Pode?
Que
venha então Porto Alegre no ano que vem, pra eu tentar de novo fazer uma
maratona correndo de ponta a ponta, como deve ser. Isso se não me convencerem a
ir pra Curitiba em novembro. Olha, querer ir eu não quero, mas vocês sabem que eu
não sou muito de confiança, né?
Percurso:

Altimetria:

Gostei: ![]()
de
estar apto para largar e conseguir terminar uma prova de
Não gostei: ![]()
da
bagunça no primeiro posto de Gatorade, do kit pós-prova
Avaliação: (1-péssimo 2-ruim 3-regular 4-bom 5-excelente)
Média: 4,73
Comentários no Fórum
Runner Brasil: http://www.forumnow.com.br/vip/mensagens.asp?forum=88968&grupo=217825&topico=2991049&pag=2
Viagem:
Veja também:
- Inscrição: 5 (internet, cartão)
- Retirada do kit pré-prova: 5 (valeu de novo, EC Tavares!)
- Acesso: 5 (idem)
- Largada: 5 (atraso insignificante e tranquila)
- Hidratação: 5 (tirando o bololô no primeiro posto de Gatorade, perfeita; conseguiram entregar água gelada até o penúltimo posto)
- Percurso: 5 (fora a monotonia do retão, perfeito também)
- Sinalização: 5 (a melhor que já vi em uma prova; só não vi a placa do km 2, mas me disseram que tinha sim; a placa laranja pra indicar o posto de água foi genial)
- Segurança/Isolamento do percurso: 4 (foi isolado, mas não foi muito respeitado; teve motoqueiro quase atropelando corredor)
- Participação do público: 3,5 (gente muito boa, mas frieza na maior parte)
- Chegada/Dispersão: 5 (tranquila)
- Entrega do kit pós-prova: 5 (sossegada)
- Qualidade do kit pós-prova: 3,5 (bem fraquinho)
- Camiseta: 5 (gostei bastante, laranjona e com mapinha atrás)
- Medalha: 5 (lindona e diferenciada por distância, só faltou a data)
- Divulgação dos resultados: 5 (no mesmo dia e com tempo líquido)
344 km, 3 pedágios (Moreira César, Itatiaia, Viúva Graça)
BR-116 (Dutra)
O relato do Hideaki
O relato do Jorge Maratonista
O relato do Leo
O relato do Paulo
O relato do Ricardo
O relato do Wlad
PUBLICIDADE